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MLT (Movimento de Luta pela Terra) convida integrante do acampamento desterros no antigo Pinicão, para uma audiência pública na câmera de vereadores Ulisses Guimarães no dia 18 de Julho de 2016 na cidade de Itapetinga Ba, onde acontecerá apresentação de projeto de benefício da população de Itapetinga e seu distrito. 

Segundo informações dos coordenadores do MLT é resgatar famílias da zona rural que veio pra cidade em busca de uma vida melhor e não encontrou, trazendo para a área empossada formulas de beneficiar todos em habitação e renda com projeto de psicultura e agricultura familiar no território do médio sudoeste da Bahia. A organização convoca a todos cadastrados para participar desta audiência pública de interesse de todos.

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Areá do Antigo pinicão,que fica próximo á BA 263, hoje estar sendo recuperado pelo MLT( Movimento de Luta Pela Terra) segundo informação de populares a área o culpada pelo movimento que já vinha com mais de 8 anos degradando a natureza, principalmente o rio Catolé que fica nas margem desta área. O movimento com seus militante plantaram Arvore nativa, fazendo uma linpeza nas margem catando matéria reciclável na baira de bueiro na BA 263. Trabalho que ninguém encherga os trabalhadores acampado na BA 263, na vistar da Audiência Publica no Furom de Itapetinga fica nas próxima semana a visita do Defensor Publico Claube e outras Autoridades apreciar o trabalho desta militância.Fez presente o Conselho Tutelar, Associação de Moradores  do Projeto Sef:  Aguarde mais ...


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Itapetinga- Inicio desta  primeira quinzena do mês de Abril na BA 263 (03) Três acidente ante de 24 hora acontece nas proximidade do trevo da Vulcabras Azaleia da ponte de Zé Dias, enfrente o MLT- Movimento de luta Pela Terra e Brazil Gás: Primeiro no trevo da Vulcabras da Azaleia vitimando 5 pessoas vindo a Óbito 03 pessoas da mesma Família,anoite aconteceu outro acidente com veiculo Baú com destino de Itabuna para Vitoria da  Conquista batendo em um cavalo vitimando uma viatura  da Policia Militar que vinha do sentindo contrario.



 Na hora do impacto do caminhão Baù ao bater  no cavalo arremessando o animal  para pista descontrolando o condutor da viatura que passava na hora acabando caindo na ribanceira.Outro acintente aconteceu  pouco estante por volta da 14hs00 desta tarde uma Moto e um veiculo Nao indentificado: Aguarde Mail Informação..

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Movimento MLT ( movimentos de Luta pela Terra) em Coletividade recupera área destinada para projeto que nunca foi feito : Estação de Tratamento de Aguá e Esgoto)próximo a ponte de Zè Dias na BA 263. De acordo com Político da cidade foi tomado 6 milhões para um projeto de tratamento de Água de Esgoto, o projeto nunca foi feito, gasto quase R4$ 2 Milhões)e o restante ninguém sabe onde-se meteu. O movimento conta com mais de 400 famílias.


 A recuperação foi realizado com Exito pelo movimento, plantando  Arvores Nativa, e recuperando agressores da natureza. O objetivo dos organizadores é fazer criação de peixes e agricultura Familiar. Os trabalhadores rurais organizam  para  buscar  água e Energia na Areá.


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Estávamos em março de 1964. Desde a posse do presidente João Goulart, em agosto de 1961, sob um parlamentarismo de ocasião que seria revogado meses depois por um plebiscito, o País vivia uma saudável ebulição política e cultural.

Estudantes, intelectuais, marinheiros, cabos e soldados, trabalhadores do campo e da cidade mobilizavam-se em defesa das “reformas de base”: agrária, universitária, bancária, política, educacional. Os sindicatos se unificavam em centrais, a sindicalização rural avançava, surgiam as Ligas Camponesas.

Com o apoio dos Estados Unidos, que financiava institutos de doutrinação e de apoio eleitoral a candidatos da direita, sob o pretexto de combater a “ameaça comunista” e a “república sindicalista”, um golpe era articulado entre o empresariado, a grande mídia, setores da Igreja Católica e no interior das Forças Armadas.

Fotos: Roberto Parizotti/ CUT (24/03/2016)
Em 13 de março, sob intensa pressão da esquerda, do movimento estudantil e dos sindicatos, o presidente Jango, no comício da Central do Brasil, apresenta um programa de ação que incluía desapropriação de terras para a reforma agrária e controle da remessa de lucros para o exterior, entre outras bandeiras populares.



Foi a senha e o pretexto para os golpistas precipitarem seu movimento. Entre 31 e 1º. de abril, tropas militares partindo de Minas Gerais iniciam a sublevação, que culminou com a deposição do presidente legítimo e a posse de um general em seu lugar.


O sempre ostentado dispositivo político-militar do presidente Jango, que setores da esquerda julgavam capaz de esmagar o golpe, nem chegou a ser acionado. Um esboço de resistência foi logo abafado, não só porque o presidente  partira para o exílio no Uruguai, mas porque lideranças partidárias orientavam a “não aceitar provocações”…


O golpe de 31 de março/1º. de abril foi desfechado em nome do combate à corrupção – e nunca se viu tanta roubalheira naquele período. Dizia-se também em defesa da democracia– e daí resultou uma ditadura sanguinária, que durou mais de 20 anos.

Os políticos que apoiaram o golpe foram sucessivamente cassados, um a um, desfazendo as ilusões de que, encerrada a intentona, as eleições de 1965, afinal canceladas, poderiam eleger um deles presidente.
Um golpe está de novo em andamento. Motiva-o, mais uma vez, a ascensão das lutas populares, a conquista de direitos e a disposição dos movimentos sociais organizados e dos democratas de não admitirem nenhum retrocesso. É fácil identificar os golpistas: nos partidos conservadores, na alta burocracia dos poderes do Estado, nos empresários do grande capital e seus funcionários nas entidades de classe. A mídia monopolizada é seu partido e porta-voz.
Desta vez, os militares cumprem rigorosamente seu papel constitucional, avessos no momento ao chamamento das vivandeiras saudosas da ditadura.
Um estado de exceção, lentamente gestado no interior do Estado de Direito, ameaça não só a democracia, mas os direitos sociais, políticos, culturais e econômicos. É preciso combatê-lo frontalmente, para que não legitime um processo de impeachment sem qualquer lastro legal ou constitucional.
No dia 31 próximo vamos novamente às ruas para defender a democracia, o mandato da presidenta Dilma e mudanças na política econômica. É hora, também, de dialogar com os parlamentares, num processo de convencimento para que não votem contra o Brasil. Só a mobilização nas ruas, nos locais de trabalho, nas escolas, no campo e a vigilância permanente dos democratas podem barrar o golpe.

Rui Falcão, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores


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No início da noite desta sexta-feira aconteceu um acidente automobilístico próximo a Potiraguá. O motorista do veiculo, conhecido como Junior, foi socorrido com vida, mas quando chegou em Potiraguá não tinha ambulância e ele acabou morrendo.

A população se revoltou com o descaso da prefeitura e decidiu fazer um protesto, interditaram a BA que corta a cidade e manifestaram na porta da prefeitura. Não satisfeitos, foram até a casa do presidente da câmara, Carlinhos (PR).

Chegando lá apedrejaram o carro do prefeito Luís Soares (PP), que estava na porta da casa do vereador.

O clima é de tensão na cidade, e foi solicitado reforço policial do pelotão de Itapetinga.

Por- Politica sul da Bahia
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